quarta-feira, 27 de julho de 2011

Dramaturgia 60: Quem era o assassino de A Próxima Vítima?

Já imaginou se a trama de uma novela fugisse do habitual e fosse toda centrada em uma série de assassinatos? Foi isso que aconteceu com "A Próxima Vítima", novela de Sílvio de Abreu exibida em 1995.                
A novela era centrada nas perguntas: "Quem matou?", "Por que matou?" e "Quem seria a próxima vítima?". Ao longo da trama, diversos personagens, aparentemente sem qualquer ligação, foram mortos. O assassino deixava para as vítimas uma lista com o horóscopo chinês e sempre era vista dirigindo um Opala preto. A identidade do serial killer, é claro, só foi revelada no último capítulo.
Adalberto (Cecil Thiré) foi desmascarado e o que ligava as vítimas era um crime que todas haviam testemunhado no passado e que envolvia Francesca Ferreto (Tereza Raquel), amante de Adalberto.


"A Próxima Vítima" rompeu com a estrutura clássica do folhetim ao apostar numa trama policial como foco central da estória. As cenas que escolhi, para continuar essa série de posts sobre os 60 anos da teledramaturgia no Brasil, são justamente a revelação do assassino e a explicação do motivo do crime. Para a exibição internacional da novela, o assassino foi trocado e Ulisses (Otávio Augusto) foi responsabilizado pelos crimes, mas a versão original sempre é a melhor! Mesmo que as imagens não estejam muito boas, vale a pena assistir a mais esse momento marcante da dramaturgia na TV... Bom, pelo menos, marcante para mim!

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