Novos episódios evidenciam desgaste e absurdos de "La Casa de Papel"
Ao longo dos treze primeiros episódios, a série espanhola "La Casa de Papel" se sustentou pelos absurdos que conduziram a trama. Se, por um lado, isso podia ser considerado o pior defeito da produção, por outro, também se mostrava como uma das poucas qualidades, já que, pelo menos, essa característica conseguia prender o espectador para o episódio seguinte. Com o lançamento da segunda parte da série, formada por nove episódios, ficou evidente que nem mesmo esse aspecto foi mantido. Os últimos episódios de "La Casa de Papel" trazem o desfecho para os planos do Professor (Álvaro Morte) e do grupo de criminosos que invadiu a Casa da Moeda da Espanha. Com o cerco ao mentor do assalto mais apertado, os ladrões têm os conflitos entre si ainda mais agravados. Os atritos internos envolvem, principalmente, Berlim (Pedro Alonso), Tóquio (Úrsula Corberó), Rio (Miguel Herrán) e Nairóbi (Alba Flores). Enquanto isso, do lado de fora, o Professor se desdobra para atrasar o ...