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"Love, Death + Robots" usa antologia coerente e cheia de personalidade para gerar reflexões

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Seja no cinema ou no universo das séries, criar uma antologia não é tarefa fácil. A reunião de histórias diferentes em torno de um ponto em comum exige planejamento e, especialmente, qualidade na construção e organização dessas tramas, para que todas estejam inseridas de forma coerente no tema ou fio condutor da obra. Apenas por esse motivo, "Love, Death + Robots", série de animação da plataforma de streaming Netflix, merece elogios. Só que, além dessa coerência esperada, o espectador acaba tendo contato com um entretenimento de qualidade, que prende a atenção e provoca reflexões importantes. Produzida por Tim Miller, diretor de "Deadpool", e pelo cineasta David Fincher, de "Clube da Luta" e "Garota Exemplar", "Love, Death + Robots", como o próprio nome diz, reúne 18 histórias diferentes sobre amor, morte e robôs. É injusto, no entanto, ficar apenas com essa breve definição, já que as tramas acabam desenvolvendo outras discussões, q...

"Westworld" entrega fim de temporada instigante e "explode a cabeça" do espectador

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Você já questionou a natureza da sua realidade? Acredita na liberdade das suas escolhas? Ou será que você está preso em uma narrativa já determinada por uma "força maior"? Depois do sucesso da primeira temporada, "Westworld" demorou dois anos para voltar ao ar e, nesse tempo, o público esperava que todas as respostas deixadas nos primeiros episódios fossem respondidas. Bom, as explicações até vieram, mas o grande trunfo da segunda temporada, que terminou neste domingo (24), com certeza, são as dúvidas deixadas pela história, que servem para alimentar a curiosidade do espectador. Depois de ampliar o universo da série, revelando novos aspectos do parque, "Westworld" cumpriu com as expectativas de criar novos enigmas. O segundo ano começou com a aguardada revolução das inteligências artificiais criadas por Robert Ford (Anthony Hopkins). Enquanto executivos da empresa que controla o parque tentam conter os anfitriões, que adquiriram "consciência...

"Westworld" volta com promessa de ampliar universo e criar novos enigmas

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"Prazeres violentos têm finais violentos". A frase explica bem a apresentação da segunda temporada de "Westworld", série de ficção científica da HBO que, depois de quase um ano e meio, voltou ao ar neste domingo (22). Depois de um primeiro ano que serviu para contextualizar a trama e estabelecer os conflitos entre os personagens, a produção parece disposta, nessa nova leva de episódios, a ampliar os atritos entre os humanos e as inteligências artificiais, criando, inclusive, novos enigmas para o espectador. Baseada na obra literária de Michael Crichton e em um filme homônimo, bem fraco inclusive, lançado em 1973, a série mostrou, no primeiro ano, um parque temático criado para satisfazer os desejos mais profundos das pessoas, com promessas, inclusive, de proporcionar experiências únicas. No principal cenário do parque, os hóspedes, que pagam fortunas para estar ali, são incluídos em narrativas de western que, geralmente, envolvem crimes violentos e íntimas vo...