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"Scandal" encerra trajetória com desfecho aberto e coerente para os personagens

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Ao longo de sete temporadas no ar, "Scandal" sempre mostrou que não resistia a uma boa conspiração pelo poder em Washington. Foram inúmeras as tentativas de políticos, agentes secretos e outras figuras públicas para conquistarem o centro político dos Estados Unidos, e, consequentemente, toda a nação. Para encerrar essa trajetória na TV, nada mais certo do que dar um desfecho ao último deles e definir o futuro dos personagens. Mais do que nunca, Olivia Pope (Kerry Washington) esteve no centro dos conflitos da sétima e última temporada. Depois de voltar à Casa Branca como chefe de gabinete de Mellie (Bellamy Young), a protagonista passou por mudanças ao ceder aos efeitos de estar "no topo". Também como a nova Comandante do B-613, a organização secreta apontada como a verdadeira sustentação do governo, Olivia conspirou e armou para conseguir se manter no controle das decisões políticas, indo frequentemente contra os plano da presidente. Após passar um tempo prat...

"Scandal" estreia última temporada mais focada em política e força da protagonista

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Desde o início, "Scandal" sempre apresentou tramas que giraram em torno do universo de Olivia Pope (Kerry Washington). Todos os seis anos anteriores parecem ter servido como uma "escala" para o momento atual da série, que começou a anunciada sétima e última temporada com um foco maior ainda nas ações da protagonista, agora a principal força de poder na Casa Branca. Como não poderia deixar de ser, a política ocupou o lugar das conspirações e planos de espionagem e, mesmo sempre estando presente, ganhou importância ainda maior. Agora como chefe de gabinete de Mellie (Bellamy Young), Olivia está disposta a provar que as diretrizes políticas dela são as que devem prevalecer em Washington. Em outras palavras: quer mostrar que ela dá as cartas. No primeiro episódio da nova temporada, todas as articulações da Casa Branca estão sendo feitas para aprovar, no Capitólio, um projeto que institui faculdade de graça para a população mais pobre do país. Para isso, Olivia nã...

Quinto ano de "House of Cards" foca em autopreservação política e ascensão ao poder

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O quinto ano de "House of Cards" era muito esperado, especialmente após a eleição de Donald Trump para a presidência dos Estados Unidos. Muito comparado ao presidente da vida real, Frank Underwood (Kevin Spacey) voltou em um cenário parecido ao visto, todos os dias, no noticiário: em um clima de insegurança, divisão e protestos. Há, no entanto, coisas que os diferenciam, a começar pelo inegável carisma do presidente democrata da ficção. Underwood, no entanto, mostra, ao longo da temporada, que possui uma característica que Trump parece não ter: autopreservação política. Depois de criarem o caos e utilizarem os artifícios do terror e da guerra, o casal Underwood começa a temporada enfrentando uma acirrada eleição e tentando superar uma pontual desvantagem, apelando, para isso, a um discurso de ódio e "combate ao inimigo americano", como uma cortina de fumaça para esconder suas reais intenções. Com um discurso incisivo contra as ameaças de um grupo terrorista, ...

Parceria em crise e rastros do passado marcam quarta temporada de "House of Cards"

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Casado há quase 30 anos, Claire (Robin Wright) e Frank Underwood (Kevin Spacey) sempre foram muito mais do que marido e mulher. Desde o início, dava para perceber que, mais do que um casamento, a relação dos dois é um negócio, sustentado pela parceria sólida entre eles. Mas, será que essa união é tão sólida assim, capaz de resistir às tentações provocadas pelo poder? Na quarta temporada de "House of Cards", disponível no Netflix, a maior ameaça ao casal Underwood é o próprio casal Underwood. Em plena campanha para vencer as primárias do partido Democrata, Frank precisa lidar com um grande problema, que começa dentro da própria ala residencial da Casa Branca: seu casamento com Claire. Ávida por influência e poder, para não ficar apenas à sombra do marido, a primeira-dama norte-americana faz questão de construir uma carreira na política e construir autonomia longe de Frank. Para isso, ela decide concorrer a uma vaga no Congresso pelo seu estado natal, o Texas. O desejo d...

"Madam Secretary" mantém regularidade da história na volta para o segundo ano

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Estamos presenciando uma era fértil da televisão americana, especialmente quando falamos das séries. Há atrações de todos os tipos, para os mais variados gostos. Há zombies, policiais, bombeiros, personagens infantis, bandidos, aristocratas, nerds, super-heróis, políticos e por aí vai. Com tantas produções, muitas de ótima qualidade, como fazer, então, para conquistar espaço junto ao público? Para algumas delas, a resposta parece ser a regularidade. É o caso de "Madam Secretary", drama político que começou de forma modesta, mas com um trama bem apresentada, e que chega a sua segunda temporada mantendo as características que lhe garantiram permanência na concorrida grade de canais norte-americano. Na estreia do segundo ano, que foi ao ar na semana passada, nos Estados Unidos, a secretária de Estado Americano Elizabeth McCord (Téa Leoni) está às voltas com um evento diplomático de crucial importância para a terra do Tio Sam. Enquanto isso, o vice-presidente também está o...

Maior escândalo de todos abala estrutura da Casa Branca no quinto ano de "Scandal"

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Olivia Pope (Kerry Washington) sempre foi muito eficiente em seu trabalho, resolvendo crises e "acobertando" escândalos dos mais variados. O maior de todos, porém, parece ter estourado na estreia da quinta temporada de "Scandal", que ocorreu na última quinta-feira (24). Depois de anos escondendo seu caso amoroso com o presidente dos Estados Unidos, Fitzgerald Grant (Tony Goldwyn), ao que parece, agora, Olivia terá que encarar os cliques dos fotógrafos e o assédio da imprensa. Depois de terem se acertado no final da temporada passada, Olivia e Fitz ainda escondem o relacionamento de todos na Casa Branca, especialmente da assessora de imprensa Abby (Darby Stanchfield) e de Elizabeth North (Portia de Rossi), a nova chefe do gabinete da presidência. As duas, no entanto, começam a sentir a influência da protagonista nas decisões do presidente. Por conta de seu relacionamento com Olivia e da ascensão da primeira-dama Mellie (Bellamy Young) ao Senado, através de mét...

Manutenção do poder move protagonistas no terceiro ano de "House of Cards"

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No dicionário, a palavra ambição é definida como um desejo veemente pelo poder. Depois que "House of Cards" estreou no serviço de streaming Netflix e conquistou o público, talvez seja a hora de sugerir uma atualização aos dicionários e incluir, no significado da palavra, um novo verbete: Frank Underwood.  Nesta terceira temporada, já disponível integralmente desde fevereiro, vemos Underwood (Kevin Spacey) já sentado na cadeira de presidente dos Estados Unidos, depois de uma série de golpes e planos arquitetados pelo ambicioso protagonista desde o primeiro ano da série. Agora que se tornou o "commander in chief" do mundo livre, alguns poderiam pensar que o democrata sossegou e iria desfrutar de sua posição e, claro, poder. Mas, todas essas previsões estavam erradas. O congressista que rapidamente chegou à Casa Branca quer mais, muito mais... Não são poucos os desafios de Underwood no topo da democracia norte-americana. Logo de cara, o presidente precisa lidar ...

Boas reviravoltas mostram fôlego de "Scandal" para novo ano da série

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Depois de varrer a sujeira das figuras públicas de Washington para debaixo do tapete e tentar encobrir todos os rastros da fraude que levou Fitzgerald Grant (Tony Goldwyn) à Casa Branca, Olivia Pope (Kerry Washington) e seus "gladiadores de terno" suaram a camisa no terceiro ano de "Scandal", que terminou na última quinta-feira (17), nos Estados Unidos, depois de uma temporada de apenas 18 episódios, reduzida em relação às demais por conta da gravidez da protagonista. Nos episódios finais, Olivia tenta destruir o B-613, uma organização ultrassecreta criada para "manter o equilíbrio" do poder na terra do Tio Sam. Cercado de mistérios e fazendo serviços que nem o FBI ou a CIA são capazes de realizar, o B-613 mata e forja acontecimentos, sempre com a desculpa de proteger a nação americana de um colapso. Convencida de que a organização, na verdade, é criminosa e prejudicial à América, Olivia e seus associados decidem vasculhar os dados e contas do governo...

Protagonistas amorais fazem de "House of Cards" uma série viciante

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Informação é poder. Essa é a máxima que permeia a trama de "House of Cards", série original do serviço de streaming Netflix, que está em sua segunda temporada. Nos primeiros 13 episódios, exibidos no ano passado, somos apresentados a Frank Underwood (Kevin Spacey), um congressista democrata que sonha em fazer parte do governo do presidente Garrett Walker (Michel Gill) e ocupar um lugar de destaque na Casa Branca.  Traído pelo presidente, que havia lhe prometido um cargo de ministro, Frank é obrigado a continuar sendo o líder da maioria no Congresso para, assim, facilitar a vida de Walker no Capitólio. O congressista começa, então, uma corrida sorrateira para derrubar o presidente americano e tomar o poder da nação. Para isso, se associa com a repórter iniciante Zoe Barnes (Kate Mara), cedendo informações dos bastidores do governo e manipulando a jovem a seu bel prazer.  A relação de Underwood e da jornalista evolui para um envolvimento sexual, consentido pela esposa do...

"Scandal" é ótima opção de drama político na TV

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Em Washington, o centro político dos Estados Unidos, todos aqueles que querem abafar ou fazer desaparecer os maiores escândalos sabem quem é a melhor pessoa para fazer isso: Olivia Pope (Kerry Washington). Ex-assessora de comunicação da Casa Branca, ela é capaz de despistar a imprensa e "varrer" da face da Terra os casos mais escandalosos. A rotina de Olivia e seus associados, circulando pelos bastidores da política norte-americana, é o mote principal de "Scandal", série cujo final da primeira temporada foi exibido nesta segunda-feira (5), no Brasil. No último episódio da temporada, que teve apenas sete episódios, Olivia precisa limpar os rastros de sua associada Quinn (Katie Lowes), que encontrou o namorado à beira da morte. Gideon (Brendan Hines) era jornalista e estava investigando o envolvimento do presidente dos EUA, Fitzgerald Grant (Tony Goldwyn) com Amanda Tanner (Liza Weil), uma assessora da Casa Branca que jurava viver um romance com um dos homens mai...