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Conflitos da maternidade agregam reflexões sobre racismo e privilégios em "Little Fires Everywhere"

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Divulgação/Hulu A maternidade, das alegrias aos dilemas provocados por ela, é uma tema recorrente em histórias, especialmente nas melodramáticas, cuja influência tem aparecido com mais frequência em diferentes produtos audiovisuais. Bebendo dessa fonte, a minissérie "Little Fires Everywhere" explora conflitos entre mães e filhos, mas acrescenta outros ingredientes a essa mistura, provocando reflexões sobre racismo, respeito às diferenças e privilégios. Em oito episódios, a produção, disponibilizada na Amazon Prime Video, é baseada no livro de mesmo nome de Celeste Ng e ambientada na década de 90, em Shaker Heights, no estado norte-americano de Ohio. A comunidade se orgulha dos padrões estabelecidos para a vida no local, difundindo exemplos e regras em panfletos, além de produzir fitas cassetes com orientações para os novos moradores. Tudo parece perfeito, mas, por trás desse verniz, ficam escondidos preconceitos e outras atitudes que excluem os que não se encaixam naque...

"Scandal" encerra trajetória com desfecho aberto e coerente para os personagens

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Ao longo de sete temporadas no ar, "Scandal" sempre mostrou que não resistia a uma boa conspiração pelo poder em Washington. Foram inúmeras as tentativas de políticos, agentes secretos e outras figuras públicas para conquistarem o centro político dos Estados Unidos, e, consequentemente, toda a nação. Para encerrar essa trajetória na TV, nada mais certo do que dar um desfecho ao último deles e definir o futuro dos personagens. Mais do que nunca, Olivia Pope (Kerry Washington) esteve no centro dos conflitos da sétima e última temporada. Depois de voltar à Casa Branca como chefe de gabinete de Mellie (Bellamy Young), a protagonista passou por mudanças ao ceder aos efeitos de estar "no topo". Também como a nova Comandante do B-613, a organização secreta apontada como a verdadeira sustentação do governo, Olivia conspirou e armou para conseguir se manter no controle das decisões políticas, indo frequentemente contra os plano da presidente. Após passar um tempo prat...

Séries boas de ouvir: Scandal

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A ideia inicial de um texto sobre as trilhas sonoras, cada vez mais caprichadas das séries, surgiu de uma consulta ao Shazam, aplicativo de smartphone que permite a identificação de músicas. Os momentos em que mais uso o Shazam acontecem quando estou assistindo séries e, em uma olhada rápida no aplicativo, percebi que 90% das canções identificadas tinham a ver com produções televisivas. À princípio, a intenção era listar cinco séries que têm trilha sonoras ótimas e que conversam com as tramas apresentadas. De cada uma delas, iria separar uma música marcante da produção e destacá-la no texto. Mas, confesso que fracassei nesse objetivo pela simples incapacidade de separar apenas uma música marcante. Diante disso, a ideia mudou e resolvi fazer uma lista (não resisto a elas) com cinco canções importantes de cada uma das séries que tinha separado. A primeira delas é, e não poderia deixar de ser, "Scandal", série que, em certa medida, também influenciou essa postagem. A tr...

"Scandal" estreia última temporada mais focada em política e força da protagonista

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Desde o início, "Scandal" sempre apresentou tramas que giraram em torno do universo de Olivia Pope (Kerry Washington). Todos os seis anos anteriores parecem ter servido como uma "escala" para o momento atual da série, que começou a anunciada sétima e última temporada com um foco maior ainda nas ações da protagonista, agora a principal força de poder na Casa Branca. Como não poderia deixar de ser, a política ocupou o lugar das conspirações e planos de espionagem e, mesmo sempre estando presente, ganhou importância ainda maior. Agora como chefe de gabinete de Mellie (Bellamy Young), Olivia está disposta a provar que as diretrizes políticas dela são as que devem prevalecer em Washington. Em outras palavras: quer mostrar que ela dá as cartas. No primeiro episódio da nova temporada, todas as articulações da Casa Branca estão sendo feitas para aprovar, no Capitólio, um projeto que institui faculdade de graça para a população mais pobre do país. Para isso, Olivia nã...

Maior escândalo de todos abala estrutura da Casa Branca no quinto ano de "Scandal"

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Olivia Pope (Kerry Washington) sempre foi muito eficiente em seu trabalho, resolvendo crises e "acobertando" escândalos dos mais variados. O maior de todos, porém, parece ter estourado na estreia da quinta temporada de "Scandal", que ocorreu na última quinta-feira (24). Depois de anos escondendo seu caso amoroso com o presidente dos Estados Unidos, Fitzgerald Grant (Tony Goldwyn), ao que parece, agora, Olivia terá que encarar os cliques dos fotógrafos e o assédio da imprensa. Depois de terem se acertado no final da temporada passada, Olivia e Fitz ainda escondem o relacionamento de todos na Casa Branca, especialmente da assessora de imprensa Abby (Darby Stanchfield) e de Elizabeth North (Portia de Rossi), a nova chefe do gabinete da presidência. As duas, no entanto, começam a sentir a influência da protagonista nas decisões do presidente. Por conta de seu relacionamento com Olivia e da ascensão da primeira-dama Mellie (Bellamy Young) ao Senado, através de mét...

Nova temporada de "Scandal" recomeça ciclo da protagonista e abre caminhos na trama

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Depois de se dedicar à destruição de uma organização secreta do governo dos Estados Unidos, a "solucionadora de problemas" Olivia Pope (Kerry Washington) está de volta à capital da terra do Tio Sam, depois de um temporada desconectada do mundo. No início do quarto ano de "Scandal", a "gladiadora" Olivia estava vivendo em uma ilha fora do mapa ao lado de Jake (Scott Foley), longe de qualquer crise da Casa Branca, para o alívio de seu pai (Joe Morton), o todo poderoso do submundo de Washington. A volta de Olivia aos problemas do dia a dia se dá quando ela descobre a morte de Harrison (Columbus Short), vítima das conspiração do chefe do B-613, organização reconstituída após a crise que envolveu a terrorista Maya Pope (Khandi Alexander), mãe da protagonista. O retorno de Olivia é arquitetado por Quinn (Katie Lowes), que quer reunir os "gladiadores de terno" da empresa Pope & Associates para o velório de Harrison. Mas, depois de um tempo na...

Boas reviravoltas mostram fôlego de "Scandal" para novo ano da série

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Depois de varrer a sujeira das figuras públicas de Washington para debaixo do tapete e tentar encobrir todos os rastros da fraude que levou Fitzgerald Grant (Tony Goldwyn) à Casa Branca, Olivia Pope (Kerry Washington) e seus "gladiadores de terno" suaram a camisa no terceiro ano de "Scandal", que terminou na última quinta-feira (17), nos Estados Unidos, depois de uma temporada de apenas 18 episódios, reduzida em relação às demais por conta da gravidez da protagonista. Nos episódios finais, Olivia tenta destruir o B-613, uma organização ultrassecreta criada para "manter o equilíbrio" do poder na terra do Tio Sam. Cercado de mistérios e fazendo serviços que nem o FBI ou a CIA são capazes de realizar, o B-613 mata e forja acontecimentos, sempre com a desculpa de proteger a nação americana de um colapso. Convencida de que a organização, na verdade, é criminosa e prejudicial à América, Olivia e seus associados decidem vasculhar os dados e contas do governo...

"Scandal" é ótima opção de drama político na TV

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Em Washington, o centro político dos Estados Unidos, todos aqueles que querem abafar ou fazer desaparecer os maiores escândalos sabem quem é a melhor pessoa para fazer isso: Olivia Pope (Kerry Washington). Ex-assessora de comunicação da Casa Branca, ela é capaz de despistar a imprensa e "varrer" da face da Terra os casos mais escandalosos. A rotina de Olivia e seus associados, circulando pelos bastidores da política norte-americana, é o mote principal de "Scandal", série cujo final da primeira temporada foi exibido nesta segunda-feira (5), no Brasil. No último episódio da temporada, que teve apenas sete episódios, Olivia precisa limpar os rastros de sua associada Quinn (Katie Lowes), que encontrou o namorado à beira da morte. Gideon (Brendan Hines) era jornalista e estava investigando o envolvimento do presidente dos EUA, Fitzgerald Grant (Tony Goldwyn) com Amanda Tanner (Liza Weil), uma assessora da Casa Branca que jurava viver um romance com um dos homens mai...