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Cinco trabalhos marcantes de Fernanda Montenegro na TV

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Divulgação Reportagens, especiais, homenagens, livro. O mês de outubro tem sido repleto de citações e comemorações aos 90 anos de Fernanda Montenegro. Também pudera, trata-se de uma das melhores atrizes de todos os tempos, não só do Brasil, mas do mundo. Para mim, a melhor, chamem de bairrismo ou do que quiserem. Fernanda é única, nos gestos e, especialmente, no olhar que transborda emoção a cada trabalho. Nessas nove décadas, teve uma carreira próspera e virou uma presença marcante nos palcos, nas telonas e, também, dentro da casa das pessoas, onde as TV´s, muitas vezes, são mais do que um aparelho eletrônico na sala. Através dessa "janela", o público viu Fernanda de maneiras diferentes. No início, ela aparecia nos teleteatros, levando clássicos da dramaturgia para perto daqueles que ainda descobriam a televisão. Não demorou e Fernanda Montenegro estreou nas novelas. Ainda com a influência do teatro muito presente, experimentou o gênero pela primeira vez em "...

O pior da TV em 2015

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Mais um ano chega ao fim e isso acaba provocando uma retrospectiva sobre o que a televisão nos apresentou em 2015. Tivemos um período de poucos escorregões no universo das séries, que tem se mostrado cada vez mais sólido. Mesmo assim, alguns erros não passaram batido, como veremos abaixo. Foi um ano conturbado para as novelas, especialmente na TV Globo, que teve que encarar o "erro do século" no principal horário de teledramaturgia da emissora. Na Record, pudemos perceber que um sucesso de público, que, inclusive, ameaçou a hegemonia da Globo, não significa muita coisa se não vier acompanhado de qualidade. E, no humor, ainda houve uma tentativa de inovação que acabou se revelando um verdadeiro fiasco. Com vocês, alguns motivos para esquecer a TV em 2015. 1) Babilônia Se houve um erro na televisão, nem só desse ano, mas de muitos outros, com certeza se chama "Babilônia", novela de Gilberto Braga, Ricardo Linhares e João Ximenes Braga que foi ao ar às 21...

Desfechos atropelados reforçam erros e "Babilônia" termina mais caótica do que começou

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Divulgação/TV Globo "Vamos nós duas, para o fundo do poço, de mãozinhas dadas. Não é para isso que servem as amigas?". A frase, dita pela vilã Beatriz (Glória Pires), logo no primeiro capítulo de "Babilônia", servia para dar uma ideia da relação entre a personagens e sua rival, Inês (Adriana Esteves). Mais de 140 capítulos depois, a novela de Gilberto Braga, Ricardo Linhares e João Ximenes Braga, chegou ao fim, nesta sexta-feira (28), mostrando que todo o resto da história mergulhou de cabeça nesse poço junto com as vilãs. Caótico, o último capítulo apresentou soluções pobres e rápidas para os personagens, dando a nítida impressão que tudo estava sendo feito no melhor estilo "o último a sair que apague a luz". As principais antagonistas, Inês e Beatriz, por exemplo, foram julgadas e condenadas por seus crimes e passaram a dividir a mesma cela no presídio. Envolvida em um esquema de fuga, Inês é obrigada a levar a rival com ela. Já livres, as duas tê...