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Parceria em crise e rastros do passado marcam quarta temporada de "House of Cards"

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Casado há quase 30 anos, Claire (Robin Wright) e Frank Underwood (Kevin Spacey) sempre foram muito mais do que marido e mulher. Desde o início, dava para perceber que, mais do que um casamento, a relação dos dois é um negócio, sustentado pela parceria sólida entre eles. Mas, será que essa união é tão sólida assim, capaz de resistir às tentações provocadas pelo poder? Na quarta temporada de "House of Cards", disponível no Netflix, a maior ameaça ao casal Underwood é o próprio casal Underwood. Em plena campanha para vencer as primárias do partido Democrata, Frank precisa lidar com um grande problema, que começa dentro da própria ala residencial da Casa Branca: seu casamento com Claire. Ávida por influência e poder, para não ficar apenas à sombra do marido, a primeira-dama norte-americana faz questão de construir uma carreira na política e construir autonomia longe de Frank. Para isso, ela decide concorrer a uma vaga no Congresso pelo seu estado natal, o Texas. O desejo d...

"Madam Secretary" mantém regularidade da história na volta para o segundo ano

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Estamos presenciando uma era fértil da televisão americana, especialmente quando falamos das séries. Há atrações de todos os tipos, para os mais variados gostos. Há zombies, policiais, bombeiros, personagens infantis, bandidos, aristocratas, nerds, super-heróis, políticos e por aí vai. Com tantas produções, muitas de ótima qualidade, como fazer, então, para conquistar espaço junto ao público? Para algumas delas, a resposta parece ser a regularidade. É o caso de "Madam Secretary", drama político que começou de forma modesta, mas com um trama bem apresentada, e que chega a sua segunda temporada mantendo as características que lhe garantiram permanência na concorrida grade de canais norte-americano. Na estreia do segundo ano, que foi ao ar na semana passada, nos Estados Unidos, a secretária de Estado Americano Elizabeth McCord (Téa Leoni) está às voltas com um evento diplomático de crucial importância para a terra do Tio Sam. Enquanto isso, o vice-presidente também está o...

Maior escândalo de todos abala estrutura da Casa Branca no quinto ano de "Scandal"

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Olivia Pope (Kerry Washington) sempre foi muito eficiente em seu trabalho, resolvendo crises e "acobertando" escândalos dos mais variados. O maior de todos, porém, parece ter estourado na estreia da quinta temporada de "Scandal", que ocorreu na última quinta-feira (24). Depois de anos escondendo seu caso amoroso com o presidente dos Estados Unidos, Fitzgerald Grant (Tony Goldwyn), ao que parece, agora, Olivia terá que encarar os cliques dos fotógrafos e o assédio da imprensa. Depois de terem se acertado no final da temporada passada, Olivia e Fitz ainda escondem o relacionamento de todos na Casa Branca, especialmente da assessora de imprensa Abby (Darby Stanchfield) e de Elizabeth North (Portia de Rossi), a nova chefe do gabinete da presidência. As duas, no entanto, começam a sentir a influência da protagonista nas decisões do presidente. Por conta de seu relacionamento com Olivia e da ascensão da primeira-dama Mellie (Bellamy Young) ao Senado, através de mét...

"Madam Secretary" é tradicional, mas desperta curiosidade

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A política voltou a ser um tema recorrente e interessante para a televisão norte-americana. Washington é palco, atualmente, de algumas séries que estão no ar, como "Scandal" e "House of Cards" e, até mesmo, na comédia "Veep". Os corredores do poder na terra do Tio Sam ganharam um novo representante com a estreia de "Madam Secretary", que ocorreu em 21 de setembro nos Estados Unidos. A série começa mostrando a vida comum de Elizabeth (Téa Leoni), uma professora universitária que abandonou uma carreira bem-sucedida de analista da CIA para se dedicar à vida acadêmica e, também, para estar mais próxima da família. Com a morte do secretário de Estado na queda de um avião, a protagonista recebe a visita do presidente Conrad Dalton (Keith Carradine), um antigo colega da CIA, e recebe o convite para assumir o cargo. Após algum tempo, Elizabeth já é a "Madam Secretary" do título, mas ainda enfrenta desafios para se estabelecer no cargo....

Nova temporada de "Scandal" recomeça ciclo da protagonista e abre caminhos na trama

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Depois de se dedicar à destruição de uma organização secreta do governo dos Estados Unidos, a "solucionadora de problemas" Olivia Pope (Kerry Washington) está de volta à capital da terra do Tio Sam, depois de um temporada desconectada do mundo. No início do quarto ano de "Scandal", a "gladiadora" Olivia estava vivendo em uma ilha fora do mapa ao lado de Jake (Scott Foley), longe de qualquer crise da Casa Branca, para o alívio de seu pai (Joe Morton), o todo poderoso do submundo de Washington. A volta de Olivia aos problemas do dia a dia se dá quando ela descobre a morte de Harrison (Columbus Short), vítima das conspiração do chefe do B-613, organização reconstituída após a crise que envolveu a terrorista Maya Pope (Khandi Alexander), mãe da protagonista. O retorno de Olivia é arquitetado por Quinn (Katie Lowes), que quer reunir os "gladiadores de terno" da empresa Pope & Associates para o velório de Harrison. Mas, depois de um tempo na...

Boas reviravoltas mostram fôlego de "Scandal" para novo ano da série

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Depois de varrer a sujeira das figuras públicas de Washington para debaixo do tapete e tentar encobrir todos os rastros da fraude que levou Fitzgerald Grant (Tony Goldwyn) à Casa Branca, Olivia Pope (Kerry Washington) e seus "gladiadores de terno" suaram a camisa no terceiro ano de "Scandal", que terminou na última quinta-feira (17), nos Estados Unidos, depois de uma temporada de apenas 18 episódios, reduzida em relação às demais por conta da gravidez da protagonista. Nos episódios finais, Olivia tenta destruir o B-613, uma organização ultrassecreta criada para "manter o equilíbrio" do poder na terra do Tio Sam. Cercado de mistérios e fazendo serviços que nem o FBI ou a CIA são capazes de realizar, o B-613 mata e forja acontecimentos, sempre com a desculpa de proteger a nação americana de um colapso. Convencida de que a organização, na verdade, é criminosa e prejudicial à América, Olivia e seus associados decidem vasculhar os dados e contas do governo...

Protagonistas amorais fazem de "House of Cards" uma série viciante

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Informação é poder. Essa é a máxima que permeia a trama de "House of Cards", série original do serviço de streaming Netflix, que está em sua segunda temporada. Nos primeiros 13 episódios, exibidos no ano passado, somos apresentados a Frank Underwood (Kevin Spacey), um congressista democrata que sonha em fazer parte do governo do presidente Garrett Walker (Michel Gill) e ocupar um lugar de destaque na Casa Branca.  Traído pelo presidente, que havia lhe prometido um cargo de ministro, Frank é obrigado a continuar sendo o líder da maioria no Congresso para, assim, facilitar a vida de Walker no Capitólio. O congressista começa, então, uma corrida sorrateira para derrubar o presidente americano e tomar o poder da nação. Para isso, se associa com a repórter iniciante Zoe Barnes (Kate Mara), cedendo informações dos bastidores do governo e manipulando a jovem a seu bel prazer.  A relação de Underwood e da jornalista evolui para um envolvimento sexual, consentido pela esposa do...

Conspiração política para matar o presidente prende a atenção em "Hostages"

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Washington está novamente em foco. Depois de "Scandal" e "House of Cards", a televisão americana estreou mais uma série que tem a capital dos Estados Unidos como pano de fundo: "Hostages", que já está sendo exibida aqui no Brasil. E, como não poderia deixar de ser, o presidente da Terra do Tio Sam é um dos principais focos da série. Na trama de "Hostages", Ellen Sanders (Toni Collette) é uma conceituada médica que foi escolhida para operar o presidente Paul Kincaid (James Naughton). Sob os olhares da mídia e dos eleitores, a médica se prepara para um dos momentos mais importantes de sua carreira, mas é surpreendida por um grupo que faz sua família de refém para atingir um único objetivo: matar o presidente. O sequestro é arquitetado pelo agente do FBI Duncan Carlisle (Dylan McDermott). Com uma vida pessoal e profissional aparentemente exemplar, ele cerca-se de todos os cuidados para intimidar a família da médica e, assim, ter sucesso em su...

"Scandal" é ótima opção de drama político na TV

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Em Washington, o centro político dos Estados Unidos, todos aqueles que querem abafar ou fazer desaparecer os maiores escândalos sabem quem é a melhor pessoa para fazer isso: Olivia Pope (Kerry Washington). Ex-assessora de comunicação da Casa Branca, ela é capaz de despistar a imprensa e "varrer" da face da Terra os casos mais escandalosos. A rotina de Olivia e seus associados, circulando pelos bastidores da política norte-americana, é o mote principal de "Scandal", série cujo final da primeira temporada foi exibido nesta segunda-feira (5), no Brasil. No último episódio da temporada, que teve apenas sete episódios, Olivia precisa limpar os rastros de sua associada Quinn (Katie Lowes), que encontrou o namorado à beira da morte. Gideon (Brendan Hines) era jornalista e estava investigando o envolvimento do presidente dos EUA, Fitzgerald Grant (Tony Goldwyn) com Amanda Tanner (Liza Weil), uma assessora da Casa Branca que jurava viver um romance com um dos homens mai...

Um brado ficcional sobre a realidade

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"Esta é uma obra coletiva de ficção baseada na livre criação artística e sem compromisso com a realidade". Esses dizeres, ao final dos capítulos da série "O Brado Retumbante", que terminou na última sexta-feira (27), perdem totalmente o sentido quando exibidos entre os créditos finais dessa trama. Escrita por Euclydes Marinho, a série acompanha os 15 meses de mandato do presidente Paulo Ventura (Domingos Montagner), que foi forçado à assumir o cargo após o helicóptero em que estavam o presidente e o vice-presidente do Brasil ter sofrido um acidente. Com uma vida particular atribulada, Ventura se mostra um presidente ético, avesso à corrupção e aos desmandos dos poderosos do governo. Com suas atitudes, o presidente provoca e ira de muitos políticos corruptos, como a do ministro Floriano Pedreira (José Wilker). Na vida pessoal, Ventura tem uma relação conturbada com a esposa, Antônia (Maria Fernanda Cândido), por conta de suas constantes "puladas de cerca...