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Canal Viva completa 10 anos com acertos e tropeços em programação nostálgica

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Lançado com foco no público nostálgico, o canal Viva completou, nesta semana, 10 anos de existência como um projeto de sucesso da Globosat, empresa de TV por assinatura do Grupo Globo. O canal é um dos líderes de audiência da televisão paga e tem registrados números expressivos nos últimos tempos, especialmente por conta das novelas, o principal produto da programação. Dados divulgados pelo jornalista Flávio Ricco, colunista do portal Uol, apontaram que "Brega & Chique", trama de Cassiano Gabus Mendes em reexibição no canal, atingiu recorde de audiência entre as estreias do Viva e conquistou um resultado 67% maior do que o segundo canal mais visto da TV por assinatura. "O Clone", de Glória Perez, ainda no ar, e "Cabocla", de Benedito Ruy Barbosa, também contribuíram para o bom desempenho de audiência. A proposta do Viva, desde o início, é muito certeira. A nostalgia suscitada pela grade de programação está ligada à memória afetiva das pessoas. E...

"Cobra Kai" se escora na nostalgia e erra ao não trazer nada de novo ao universo de Karatê Kid

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O apelo nostálgico é o principal estímulo para o resgate de uma obra, seja ela no cinema ou na televisão, que marcou o público de alguma forma. Esse trunfo, chamemos assim, que pode garantir, inicialmente, o interesse do espectador que gosta do original, não é suficiente se vier sem um planejamento sólido de roteiro, que respeite os aspectos do passado e, ao mesmo tempo, traga novos elementos ao universo em questão. Trazendo de volta clássicos personagens dos anos 80, que participaram na infância de muita gente, a série "Cobra Kai" estreou com a proposta de dar nova vida ao universo da popular franquia de "Karatê Kid", 34 anos depois do filme original ter estreado nos cinemas. Deixando-se levar pela sensação de "jogo ganho", a produção já mostrou, nos dois primeiros episódios exibidos, que a grande aposta na nostalgia deixou pouco espaço para as novidades. Depois do fatídico torneio que consagrou Daniel LaRusso (Ralph Macchio) como campeão, vitória ...

Clima de nostalgia conduz episódios de "Fuller House" e faz série funcionar em 2016

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O elenco de Fuller House... Sempre que uma série de sucesso termina, é comum que os fãs já comecem a pedir ou especular sobre a reunião dos personagens que, durante anos, foram responsáveis por bons momentos de diversão. "Full House" ou, como é mais conhecida no Brasil, "Três é Demais" ocupou esse lugar de popularidade nos anos 90 e divertiu por oito temporadas. Agora, sabendo se aproveitar do clima de nostalgia e do burburinho que isso provocaria, o serviço de streaming Netflix estreou, nesta sexta-feira (26), "Fuller House", série derivada da antiga que resgata os clássicos personagens. Com 13 episódios produzidos, todos disponibilizados ao mesmo tempo, "Fuller House" coloca os antigos protagonistas em segundo plano. Assim, Danny Tanner (Bob Saget), Jesse (John Stamos) e Joey (Dave Coulier) começa a série conduzindo suas vidas para longe de São Francisco. Com a mudança deles, que voltam em participações especial ao longo da temporada, ...

A volta de "Digimon" e a necessidade de bom entretenimento para as crianças

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Já não sou criança há algum tempo e, talvez, seja natural eu sentir que os desenhos animados da minha infância eram melhores que os atuais. Saudosismo? Pode até ser um pouco, mas, de fato percebo que a qualidade do que é oferecido para crianças e adolescentes é bem inferior às produções mais antigas. Tenho primos que têm entre 4 e 11 anos e, vez ou outra, tenho a oportunidade de acompanhar o que eles assistem na infância deles. O que enxergo nessas oportunidades são desenhos com histórias pouco elaboradas, rasos, com uma estética estranha e que flertam com a escatologia. Por esse cenário, fiquei curioso quando li notícias sobre a volta de "Digimon Adventure", série que estreou no final dos anos 90 e que, agora, ganha novos episódios pouco mais de 15 anos depois. O motivo? Homenagem? Nostalgia? Modernização da franquia? Confesso que esse último aspecto é o que eu mais temia. E, qual foi a minha surpresa quando decidi matar a minha curiosidade e, por que não, ceder a uma c...