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Saída de atriz enfraquece parte do enredo e "9-1-1" busca retomar equilíbrio

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Para conquistar espaço no nicho das séries de médicos, bombeiros e afins, o produtor Ryan Murphy estreou "9-1-1" com a proposta de mesclar diversos serviços de atendimento de emergência em uma mesma atração. Com equilíbrio e dando espaço para que cada segmento se desenvolvesse, a série rendeu um bom entretenimento na primeira temporada. Agora, no entanto, com a estreia do segundo ano, a produção teve que lidar com a saída de uma das personagens centrais e, por isso, parte do enredo voltou enfraquecido e precisando se recuperar. Nos dois primeiros episódios que inauguram a nova temporada, os bombeiros de Los Angeles lidam com algumas mudanças nas rotinas pessoais. O capitão Bobby Nash (Peter Krause), depois de enfrentar traumas do passado, começa um relacionamento com Athena (Angela Bassett), a policial com dificuldades em assumir o namoro após de uma separação difícil. Já Buck (Oliver Stark), aguardando a volta da namorada, não encara bem a chegada de Eddie Diaz (Ryan Gu...

"9-1-1" entrega primeira temporada com bons casos de emergência e personagens promissores

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O diretor, produtor e autor Ryan Murphy resolveu apostar em mais um segmento de séries de TV e, com isso, acabou se tornando um dos que mais se arrisca em gêneros diferentes. Depois de ter feito musical, terror, seriado médico e antologias inspiradas na realidade, ele, agora, mostrou que pode contribuir bem com o filão que retrata o atendimento a casos de emergência. Para isso, ao invés de investir separadamente em produções sobre bombeiros, policiais e resgate de vítimas, Murphy decidiu unir tudo isso na primeira temporada de "9-1-1", que se mostrou um bom novo entretenimento. Para mostrar as várias faces dos casos, a série começa mostrando as ocorrências desde a comunicação à central telefônica de emergência, onde trabalha Abby (Connie Britton), que recebe os mais inusitados e arriscados pedidos de socorro. Logo no início, o recebimento das ligações serve para centralizar os acontecimentos para, depois, dividi-los entre bombeiros, paramédicos e policiais de Los Angeles...

Fórmula eficiente ainda garante bons momentos em "Chicago Fire"

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Algumas séries conseguem sobreviver na televisão seguindo, com o passar dos anos, uma fórmula  básica, mas muito eficiente. Esse é visivelmente o caso de "Chicago Fire", já no ar há três anos e que continua agradando com uma narrativa contada sem grandes inovações e um elenco coeso, que, equacionados, garantiram mais uma temporada à produção. No final da terceira temporada, que foi ao ar na última terça-feira (12), o Batalhão 51 enfrenta problemas entre seus bombeiros, o que dividiu os integrantes do Esquadrão e do Caminhão. O conflito começou depois que Otis (Yuri Sardarov) percebeu que Rice (Warren Christie) tinha fugido de um atendimento. Duvidando da conduta do amigo de infância, Severide (Taylor Kinney) confronta Otis e os outros bombeiros comandados por Casey (Jesse Spencer). Quando finalmente começa a desconfiar de Rice, Severide vai averiguar o álibi do amigo e acaba descobrindo que Otis dizia a verdade. Tentando justificar a conduta, Rice implora para que Seve...

Rotina de bombeiros ainda rende bons momentos em "Chicago Fire"

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A maior parte das séries médicas e policiais da televisão possuem histórias centrais que são cercadas por tramas secundárias, que, por sua vez, são focadas em casos cíclicos, resolvidos em um ou alguns episódios. Ao retratar a rotina dos bombeiros do Batalhão 51, "Chicago Fire" conquista seu espaço na televisão apostando nesse formato e produzindo um bom entretenimento.  Na estreia da terceira temporada, que ocorreu na última terça-feira (23), nos Estados Unidos, o batalhão de Chicago é chamado para atender uma ocorrência em um prédio abandonado, justo no dia do casamento do chefe Boden (Eamonn Walker). Ao chegar ao local, todos os componentes da brigada entram no prédio, ficando apenas Boden do lado de fora. Todos são surpreendidos, então, com a explosão do edifício, que acaba matando a paramédica Shay (Lauren German). Seis semanas depois da tragédia, o Batalhão 51 volta para sua rotina, mas não sem ser influenciado pela morte de Shay. Dawson (Monica Raymund), companh...

"Chicago Fire" termina temporada com promessa de boa continuidade

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Séries que retratam o trabalho de policiais são comuns na televisão norte-americana e surgem com certa frequência. Buscando mostrar o dia a dia de uma outra corporação, a série "Chicago Fire" trouxe certo frescor à telinha ao abordar a rotina do corpo de bombeiros de Chicago. Mesclando diversos estilos de histórias, a série foi bem-sucedida e chegou ao final de sua primeira temporada, no último dia 22 de maio, com a promessa de um bom próximo ano. Costurada pelos mais diversos casos atendidos pelos bombeiros e paramédicos do esquadrão, a trama foca em Casey (Jesse Spencer), o tenente do batalhão que perde um grande amigo em uma missão e começa a entrar em conflito com Severide (Taylor Kinney). Em um relacionamento com Hallie (Teri Reeves), Casey desperta a paixão de Gabriela Dawson (Monica Raymund), uma das paramédicas do esquadrão. No final da temporada, Casey está traumatizado pela morte de Hallie, em um incêndio na clínica em que ela trabalhava. Ao mesmo tempo, ...