"Coisa Mais Linda" mantém discurso relevante, mas apresenta tramas de pouco movimento
Divulgação/Netflix As mensagens transmitidas pelas trajetórias das personagens de "Coisa Mais Linda" são, desde a primeira temporada, a base de sustentação da história e representam a principal contribuição que a atração pode dar para quem assiste. O relevante discurso feminista é a força da produção e tem a capacidade de provocar inspiração, as mulheres, inclusive, têm mais propriedade para falar disso. No segundo ano da série, lançado recentemente na Netflix, isso não muda, mas os novos episódios deixam claro que é preciso investir mais em dramaturgia. "Coisa Mais Linda" começa a segunda temporada com Malu (Maria Casadevall) se recuperando do tiro que levou de Augusto (Gustavo Vaz) no réveillon. Ela é informada que Lígia (Fernanda Vasconcellos), a melhor amiga, não resistiu aos ferimentos provocados pelo ataque do marido machista. Essa, no entanto, não é a única descoberta que a protagonista faz em 1960, depois da traumática virada de ano. Pedro (Kiko Berth...