Direção e texto mais contidos marcam boa estreia de "American Crime Story"
Responsável por séries como "Glee", Scream Queens", "Nip/Tuck" e "American Horror Story", o produtor, autor e diretor Ryan Murphy soube imprimir, para o bem ou para o mal, sua marca nas telas. Seja na estética, direção ou no texto, Murphy sempre soou exagerado, algumas vezes, é bem verdade, propositalmente. Por isso, causa um (bom) estranhamento inicial acompanhar o primeiro episódio de "American Crime Story: People v. O.J. Simpson", série que estreou nesta quinta-feira (4), no FX, apenas dois dias depois do lançamento nos Estados Unidos. Criada em formato de antologia, com uma história diferente a cada temporada, "American Crime Story" traz, nesse primeiro ano, a reconstituição do crime e julgamento de O.J. Simpson, ex-jogador de futebol americano e ator de cinema acusado de matar a ex-esposa e um amigo dela. O crime ocorreu em 1994, em Los Angeles. Nicole Brown Simpson e Ron Goldman foram encontrados mortos a facadas em fren...