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Mostrando postagens com o rótulo comédia

"Filhos da Pátria": passado muito presente ou presente muito passado?

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Divulgação/TV Globo Acabou a mamata no Brasil? Meninos vestem azul e as meninas rosa? Afinal, foi golpe ou não? Essas e outras questões do gênero estão muito vivas no nosso dia a dia, mas na série "Filhos da Pátria" elas aparecem em um contexto histórico diferente. E, algumas vezes, não é nem o caso de apenas transportar discussões atuais para o passado, mas retratar a repetição de erros e atrasos da política brasileira. Na segunda temporada, a série de Bruno Mazzeo passa a ser ambientada nos anos 30, quando Getúlio Vargas tira Washington Luís do poder e assume o Palácio do Catete, então capital da República. Enquanto os apoiadores do gaúcho chamam aquele movimento de revolução, para tentar amenizar os efeitos das ações, outros identificam que Vargas, na verdade, aplicou um golpe e rompeu com a política do café com leite, que privilegiava o eixo São Paulo-Minas Gerais. Nesse cenário, a série foca na rotina da família Bulhosa, diretamente afetada pelas mudanças políti...

"Fleabag" busca comédia em situações adversas e encontra muita humanidade

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Divulgação/BBC É possível provocar risos a partir das desgraças da vida? Dos problemas, de situações-limite, do fundo do poço? Qualquer humorista diria que, mais do que possível, são esses os cenários mais ricos para a construção de uma boa comédia. O céu azul, os pássaros cantando e a beleza do dia a dia quase nem são inspirações para o humor, que sempre encontra espaço nas adversidades, frustrações, vergonhas, fracassos e nas tristezas, ainda que as pessoas diretamente envolvidas nos problemas não percebam isso. Fazer humor com situações difíceis e até traumáticas, sem qualquer pudor e com um texto extremamente inteligente, é a proposta da série "Fleabag", comédia escrita e protagonizada por Phoebe Waller-Bridge, um dos talentos mais interessantes que surgiu no gênero nos últimos anos. A personagem central, que tem 30 e poucos anos, se apresenta como inconveniente, cínica e desajustada, ao mesmo tempo em que mostra carisma e perspicácia. A família a encara como um ...

Segundo ano de "The Marvelous Mrs. Maisel" mantém humor afiado e diálogos inteligentes

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Pode parecer que é apenas dizer ou fazer algo engraçado, mas a verdade é que a comédia é um dos gêneros mais difíceis de realizar, se não for o mais difícil. O humor é matemático, preciso, tem um tempo ideal complicado de ser atingido. Um segundo a mais, uma respiração a menos, uma piada mal colocada, tudo isso pode acabar com um texto cômico. A boa comédia, no entanto, não permite que o espectador perceba que tudo isso é tão desafiador, como é o caso da série "The Marvelous Mrs. Maisel", que chega ao segundo ano mantendo as principais qualidades e o título de melhor produção do gênero dos últimos anos. Depois de desafiar as convenções da década de 50 para se firmar como uma mulher independente, Miriam Maisel (Rachel Brosnahan) continua tentando se estabelecer como comediante de stand-up, mercado majoritariamente masculino alimentado, inclusive, pelo machismo dos contratantes e até da própria plateia. Tentando equilibrar atividades fixas, como a de telefonista e atendent...

Os 10 melhores episódios de "Friends"

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Ao longo de dez temporadas, a comédia "Friends" construiu uma das mais bem-sucedidas trajetórias da televisão mundial. Seguindo os moldes das sitcoms tradicionais, com cenários fixos e claques que marcam as piadas e situações cômicas, a produção de roteiro simples conquistou os espectadores e, mesmo após 14 anos do episódio final, ainda é apontada como uma das melhores de todos os tempos. No episódio piloto, somos apresentados a um grupo de amigos que sempre se reúne em um café de Nova York. Pela porta do estabelecimento, entra uma noiva um tanto quanto desorientada, que tinha acabado de deixar para trás uma vida de privilégios. Rachel (Jennifer Aniston) pede socorro a Monica (Courteney Cox), uma amiga da escola que a vida afastou. Ali, ela também reencontra Ross (David Schwimmer), o irmão de Monica que, na adolescência tinha sido apaixonado por ela. Chandler (Matthew Perry) também já era um conhecido de Rachel, como os futuros flashbacks da história reforçariam. As ro...

"The Marvelous Mrs. Maisel" é a melhor série de comédia lançada nos últimos anos

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Se, ainda em 2018, questões relacionadas ao papel da mulher na sociedade ainda precisam evoluir, como a igualdade salarial e de oportunidades entre os gêneros, na década de 50, esses temas apareciam pontualmente e ainda lutavam por espaço em um mundo guiado pelo machismo. É nesse cenário que a produtora Amy Sherman-Palladino, a mesma do sucesso "Gilmore Girls", procura, com humor afiado, retratar a trajetória de uma esposa que vê o casamento acabar e precisa reestruturar a vida, começando, inclusive, uma carreira no stand-up comedy, algo também pouco comum para a época. Em "The Marvelous Mrs. Maisel", Miriam (Rachel Brosnahan) vive um casamento harmônico e aparentemente feliz com Joel (Michael Zegen), união feita sob as regras rígidas da comunidade judaica em Nova York. Com dois filhos e uma vida dedicada aos serviços domésticos, a protagonista também apoia incondicionalmente o sonho do marido, que, nas horas vagas, se apresenta em clubes de stand-up comedy pela...

Protagonistas carismáticas disfarçam falhas e repetições no roteiro de "Good Girls"

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A construção de personagens complexos e menos próximos da perfeição se tornou popular na indústria do entretenimento, especialmente no universo das séries. A ascensão dos anti-heróis ganhou mais popularidade com Tony Soprano, o protagonista de "The Sopranos", no fim da década de 90, e chegou ao ápice com Walter White, em "Breaking Bad". Em "Good Girls", lançada no serviço de streaming Netflix, a intenção evidente era levar esse tipo de complexidade para personagens inseridos em uma comédia e, em parte, isso é atingido pelo carisma das protagonistas, que até consegue maquiar falhas que impedem a produção de ir além. "Good Girls" traz a história de três mulheres da classe média norte-americana que enfrentam dilemas pessoais que sempre esbarram em um elemento comum: dinheiro. A primeira é a dona de casa Beth (Christina Hendricks), que vive um casamento em piloto automático e uma rotina preenchida pelas necessidades domésticas e dos filhos. A de...

"Pé na Cova" ri das peculiaridades humanas e provoca reflexão sobre passagem do tempo

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Divulgação/TV Globo Era só mais um dia no Irajá. Ruço (Miguel Falabella) levanta da cama e ergue as portas de sua funerária. Ali, lida com todos os tipos de pessoas e situações: tem uma filha que ganha a vida com pornografia e sexo na internet; um filho vereador, que sempre está pensando na próxima oportunidade para desviar recursos públicos; uma cunhada homossexual e um vizinho travesti, que o obrigam a enfrentar seus preconceitos; uma amiga diagnosticada como louca, que vive em uma linha tênue entre realidade e delírio; e uma esposa que encara a vida bêbada de gim. Mas, como já dito, esse era só mais um dia no Irajá de "Pé na Cova", série que encerrou sua trajetória na televisão nesta quinta-feira (7), depois de cinco temporadas. A reunião de tantos tipos diferentes não estava ali por mero recurso cômico. Escrita por Falabella e sua equipe de colaboradores, a série retornou a um tema comum na carreira do autor: as peculiaridades humanas e o respeito às diferenças. Dia...

Clima de nostalgia conduz episódios de "Fuller House" e faz série funcionar em 2016

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O elenco de Fuller House... Sempre que uma série de sucesso termina, é comum que os fãs já comecem a pedir ou especular sobre a reunião dos personagens que, durante anos, foram responsáveis por bons momentos de diversão. "Full House" ou, como é mais conhecida no Brasil, "Três é Demais" ocupou esse lugar de popularidade nos anos 90 e divertiu por oito temporadas. Agora, sabendo se aproveitar do clima de nostalgia e do burburinho que isso provocaria, o serviço de streaming Netflix estreou, nesta sexta-feira (26), "Fuller House", série derivada da antiga que resgata os clássicos personagens. Com 13 episódios produzidos, todos disponibilizados ao mesmo tempo, "Fuller House" coloca os antigos protagonistas em segundo plano. Assim, Danny Tanner (Bob Saget), Jesse (John Stamos) e Joey (Dave Coulier) começa a série conduzindo suas vidas para longe de São Francisco. Com a mudança deles, que voltam em participações especial ao longo da temporada, ...

"Tomara Que Caia" não tem ideia do que fazer para agradar o espectador

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Divulgação/TV Globo Antes de estrear, há duas semanas, as próprias chamadas do programa "Tomara Que Caia", da TV Globo, já denunciavam que nem mesmo os envolvidos na atração sabiam o que estavam apresentando ao público. "É game? Ou é humor?", diziam as propagandas. Passados dois programas, o espectador consegue perceber que todos ainda não têm a menor ideia do que querem fazer para atrair alguns pontos de audiência. Com uma proposta de misturar comédia e interatividade, "Tomara Que Caia" traz um grupo de atores, que se dedicam a contar uma história diferente a cada semana. Divididos em dois grupos de quatro pessoas, eles se alternam no palco e são interrompidos pelo resto dos participantes, que podem "trollar" aqueles que estão em cena. Com o slogan "O dono da piada é você", a atração ainda criou um canal para que o espectador possa votar no grupo que mais agrada e que, por conta disso, pode continuar em cena com a história. Na...

"Better Call Saul": tão próxima e tão distante de "Breaking Bad"

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Quando estreiam, as séries que nascem derivadas de outras, os chamados spin-offs, já vão ao ar carregando um grande peso nas costas. Elas precisam lidar com as expectativas daqueles fãs ardorosos do programa anterior e convencer por sua própria identidade. Com "Better Call Saul", que chegou ao Netflix nesta segunda-feira (9), isso não foi diferente. A nova série, criada a partir do sucesso "Breaking Bad", mostrou, no primeiro episódio, que respeita suas origens e, ao mesmo tempo, impôs seu espaço como um produto independente e original. Em "Better Call Saul", somos apresentados ao início da carreira do advogado Saul Goodman (Bob Odenkirk), que fazia de tudo para livrar a cara de Walter White (Bryan Cranston) em "Breaking Bad". No começo, ele era Jimmy McGill e, sem uma cartela de clientes, vivia do salário pago pela defensoria pública para representar aqueles que não podiam pagar pelos serviços de um advogado. Com uma conta bancária no ver...

Bons elementos não salvam trama fraca de "Galavant"

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A mistura de bons ingredientes precisa ser algo muito bem equilibrado, caso contrário, o resultado final pode ser ruim, prejudicando os elementos de valor da composição. No domingo (4), o canal ABC estreou a série "Galavant", uma comédia musical com boas características que, somadas a um roteiro fraco e desinteressante, não funcionam no fim.  A trama começa apresentando o herói de contos de fada Galavant (Joshua Sasse), conhecido e respeitado por todos no reino, que se apaixona por Madalena (Mallory Jansen). No auge da paixão, a donzela é raptada pelo Rei Richard (Timothy Omundson), para que se case com ele. No dia da cerimônia, Galavant enfrenta os guardas do palácio e interrompe o casamento, mas é surpreendido pela decisão de Madalena em permanecer no local e tornar-se rainha. O tempo passa e mostra Galavant, o herói de outrora, arrasado pela decepção de ter perdido seu amor. Indiferente aos atos de heroísmo, ele passa os dias dormindo e bebendo, sendo apoiado pelo e...

Consagrada no Globo de Ouro, "Brooklyn Nine-Nine" tem trama previsível e sem atrativos

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Dominando as categorias principais entre as comédias que concorriam ao Globo de Ouro 2014, que foi ao ar ontem (12), uma nova série se sobressaiu. Estrelada por Andy Samberg, escolhido o melhor ator cômico pela Academia de Imprensa Estrangeira de Hollywood, "Brooklyn Nine-Nine" surpreendeu ao ser alçada à categoria de melhor do ano entre as tarimbadas "Girls", "Modern Family" e "The Big Bang Theory". O prêmio me deixou um ponto de interrogação: O que será que a Academia viu de tão especial na série? "Brooklyn Nine-Nine" narra a rotina de um batalhão da polícia de Nova York. No primeiro episódio, os detetives estão mobilizados com a chegada do novo capitão do 99º distrito, Ray Holt (Andre Braugher). Aparentemente seco e rígido com regras, ele encontra a resistência do detetive Jake Peralta (Andy Samberg), um policial metido a engraçado que movimenta o batalhão com suas apostas descabidas e competições toscas. Para desvendar os mai...

Tradição e inovação colidem no humor de Divertics

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Formato inovador e o tradicional texto dos clássicos programas de humor da televisão brasileira. Assim é o "Divertics", nova aposta da TV Globo para as tardes de domingo. Sob a batuta do diretor Jorge Fernando e escrito por Cláudio Torres Gonzaga, o humorístico mistura esquetes, circo, le parkour, música e uma pequena dose de improviso para conquistar o público. De cara, "Divertics" impressiona pela proposta moderna e ágil, que dá a impressão de que o programa está em construção e que aquele é um livre espaço para ideias. Não demora muito para percebermos que todas essas inovações se contrastam com o texto apresentado, que prioriza o tradicional humor da televisão, simplório e de fácil aceitação pelo público. A improvisação está presente e, muitas vezes, parece querer sair e explodir na tela, mas o "gesso" imposto pela emissora impede que isso venha à tona. Apesar desses problemas com o texto, "Divertics" teve bons momentos. O esquete sobr...

O tempo não passou no Largo do Arouche

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A Magda continua burra, o Caco continua odiando pobre, a Cassandra continua esnobe e o Vavá continua na "pindaíba". Parece que os personagens do humorístico "Sai de Baixo" jamais saíram do ar e que o Largo do Arouche se manteve o mesmo 11 anos após o fim do programa. Com a mesma atmosfera que marcou esse sucesso, o canal Viva decidiu produzir quatro novos episódios do "Sai de Baixo" para comemorar o aniversário de três anos da emissora. E a empreitada provou que um projeto bem-sucedido do passado pode ser reeditado no presente. No primeiro novo episódio do programa, que foi ao ar nesta terça-feira (11), a empregada Neide Aparecida (Márcia Cabrita) ficou rica, após processar uma ex-patroa e exigir seus direitos. Com o dinheiro, ela decide reunir os personagens no antigo apartamento da família, localizado no Largo do Arouche, em São Paulo. Cassandra (Aracy Balabanian) é a primeira que chega para o encontro, após sofrer nas mãos de uma tia muquirana. Vav...

"Guerra dos Sexos" soou antiga e exagerada

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Remakes ou adaptações de novelas que fizeram sucesso no passado são complicados. Sempre há cobranças e comparações em torno da nova versão. Também é fundamental que a trama passe por uma atualização, para não ficar datada. Sucessos recentes, como "Ti Ti Ti" e "O Astro", foram modernizadas e conquistaram o gosto do público de hoje. Tentando seguir o mesmo caminho, Sílvio de Abreu decidiu refazer "Guerra dos Sexos", novela originalmente exibida em 1983. O último capítulo da nova versão foi exibido na sexta-feira (26) e, nesse caso, a refilmagem não empolgou. No final de "Guerra dos Sexos", depois de passarem a novela inteira disputando a herança deixada pelos tios, Charlô (Irene Ravache) e Otávio (Tony Ramos) finalmente confessam o amor que sentem um pelo outro. Quando tudo parece acertado, surgem Dominguinho e Altamiranda (também interpretados por Irene e Tony), primos portugueses que reivindicam parte da fortuna. Com isso, uma nova "gue...

"O Dentista Mascarado" ainda não chegou lá

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O som que faz parte da abertura provoca um arrepio. É aquele barulho característico, ouvido quando vamos tratar dos nossos dentes. O protagonista da série "O Dentista Mascarado", que estreou na sexta-feira (5), na TV Globo, passou a vida tratando cáries, canais e fazendo implantes. Só que Dr. Paladino (Marcelo Adnet) descobriu uma nova ocupação: combater o crime e os bandidos soltos pelas ruas do Rio de Janeiro. Vindo de uma família de policiais, Paladino não conseguiu agradar o pai, Eurico (Otávio Augusto), na hora de escolher a profissão. A vergonha com o trabalho do filho é tanta que Eurico fica assustado quando Paladino vai parar na delegacia onde ele trabalhava. Lá, o dentista é interrogado pelo investigador Miller (Diogo Vilela) sobre o paradeiro da vigarista Sheila (Taís Araújo). Procurada pela polícia, a golpista conseguiu enganar Paladino e roubar vários cilindros de "gás hilariante" para vender no mercado negro. Para capturar Sheila, o dentista deci...

"Go On" segue o caminho do humor para falar de tema sério

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Após o final de "Friends", Matthew Perry tentou emplacar outros projetos de sucesso na televisão norte-americana. O eterno Chandler "morreu na praia" com "Studio 60 on the Sunset Strip" e "Mr. Sunshine", mas fez uma participação muito boa em "The Good Wife". Agora, ele pode ser visto em "Go On", série que estreou aqui no Brasil na última quinta-feira (1). E parece ter acertado no projeto. A trama de "Go On" gira em torno de Ryan King (Perry), um locutor esportivo que está de volta ao trabalho após a morte da esposa. Ainda em choque com a perda, mesmo que não assuma, King é forçado a procurar um grupo de ajuda para lidar com a dor. Subestimando a importância daquele grupo, o locutor passa a frequentar as reuniões, mas sempre mantendo-se distante do objetivo da atividade. No grupo, King encontra figuras tão engraçadas quanto ridículas como Sonia (Sarah Baker), que sofre com a perda de seu gato, e Lauren (Laura B...