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Mostrando postagens com o rótulo adolescência

"Normal People" fala da complexidade do amor ultrapassando barreiras geracionais

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Divulgação Em determinado momento da música "Eu Não Existo Sem Você", os compositores Tom Jobim e Vinícius de Moraes dizem que "todo grande amor só é bem grande se for triste". Fugindo de uma interpretação ao pé da letra, podemos perceber que esse trecho considera o amor um sentimento bem mais complexo e imperfeito do que o romantismo faz parecer. Se essa complexidade já é algo difícil de lidar na vida adulta, tudo é multiplicado por dez na adolescência. "Normal People", minissérie irlandesa disponível no Starzplay, fala exatamente da rotina de um amor complicado e feito de assimetrias. Marianne (Daisy Edgar-Jones) é uma adolescente rica, impopular no colégio e desprezada pela família. Já Connell (Paul Mescal) é o oposto: não tem grana, vive rodeado de amigos e conta com o carinho incondicional da mãe, que trabalha como empregada na casa de Marianne e funciona como a ligação entre esses universos tão diferentes. Em 12 episódios, vemos fases do relacionamen...

"Stranger Things" amadurece conflitos e sinaliza estar preparada para encerrar ciclo

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Divulgação/Netflix Quem acompanha com atenção e entusiasmo a "Stranger Things" viu a série, nos dois primeiros anos, se consolidar com um dos melhores entretenimentos produzidos nos últimos tempos para o gênero, que explora bem a nostalgia do espectador e referências da cultura pop para criar um produto divertido e digno de uma boa maratona. Por conta dessa trajetória, o melhor de assistir à terceira temporada da atração, já disponível na plataforma de streaming Netflix, é perceber o importante amadurecimento da história e como ela se coloca para o futuro. Os novos episódios se sustentam, basicamente, em dois eixos. O primeiro é a abordagem adotada para os protagonistas, que vivem uma transição da infância para a adolescência. Conscientes de que o elenco cresceu diante das telas, os criadores da série entenderam que não poderiam continuar retratando os personagens da mesma forma que nas temporadas anteriores e, por isso, providenciam conflitos condizentes com a faixa et...

"13 Reasons Why" amadurece personagens, mas cansa com repetições e enrolações

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Com a proposta de discutir questões como bullying, suicídio, assédio, depressão e estupro dentro do universo escolar, a série "13 Reasons Why" teve um primeiro ano polêmico e que fez muito barulho, especialmente por conta de especulações sobre a receptividade que esses temas teriam junto ao público jovem e de que forma eles poderiam influenciar na vida deles. Agora, na segunda temporada, a série do Netflix tenta dar continuidade a essa proposta e evolui bastante na construção dos personagens, mas ainda deixa muito a desejar em relação ao ritmo narrativo e escolhas repetitivas do roteiro. Nos novos episódios, disponibilizados no serviço de streaming, todos estão vivendo os desdobramentos causados pelo suicídio de Hannah Baker (Katherine Langford) e das fitas deixadas por ela, que narravam problemas vividos por ela no ambiente escolar. O segundo ano mostra o julgamento de uma ação, movida pelos pais da jovem, contra a escola, acusada de não ter atuado para evitar que ela t...