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Cinco motivos para acompanhar a reprise de "A Vida da Gente"

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Fotos: Divulgação/TV Globo A rotina de produção de novelas inéditas ainda não voltou ao ritmo de antes da pandemia do novo coronavírus e, mesmo um ano depois do início dessa situação, seguem as dúvidas sobre a possibilidade de retorno nos moldes que eram adotados. Já é uma realidade para a TV Globo, por exemplo, exibir folhetins totalmente gravados, respeitando o andamento mais lento dos trabalhos por conta dos protocolos de segurança. Diante desse cenário, a emissora coloca no ar, a partir desta segunda-feira (1), a terceira reprise seguida no horário das 18 horas. "A Vida da Gente", exibida originalmente entre 2011 e 2012, passa a ocupar a faixa enquanto a inédita "Nos Tempos do Imperador" não fica pronta. O foco da história são as irmãs Ana (Fernanda Vasconcellos) e Manuela (Marjorie Estiano). A primeira é um talento promissor das quadras de tênis, cuidada de perto pela mãe Eva (Ana Beatriz Nogueira) e pela rígida treinadora Vitória (Gisele Fróes). Já Manuela tem...

"Coisa Mais Linda" mantém discurso relevante, mas apresenta tramas de pouco movimento

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Divulgação/Netflix As mensagens transmitidas pelas trajetórias das personagens de "Coisa Mais Linda" são, desde a primeira temporada, a base de sustentação da história e representam a principal contribuição que a atração pode dar para quem assiste. O relevante discurso feminista é a força da produção e tem a capacidade de provocar inspiração, as mulheres, inclusive, têm mais propriedade para falar disso. No segundo ano da série, lançado recentemente na Netflix, isso não muda, mas os novos episódios deixam claro que é preciso investir mais em dramaturgia. "Coisa Mais Linda" começa a segunda temporada com Malu (Maria Casadevall) se recuperando do tiro que levou de Augusto (Gustavo Vaz) no réveillon. Ela é informada que Lígia (Fernanda Vasconcellos), a melhor amiga, não resistiu aos ferimentos provocados pelo ataque do marido machista. Essa, no entanto, não é a única descoberta que a protagonista faz em 1960, depois da traumática virada de ano. Pedro (Kiko Berth...

"Coisa Mais Linda" enaltece feminismo em cenário inspirador e no ritmo da bossa nova

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A bossa nova, gênero musical que surgiu no fim da década de 50, fez poesia com as ondas do mar do Rio de Janeiro, com a brisa do vento que toca o rosto, com a saudade de um amor perdido, com a expectativa de um amor que estava por vir e, claro, com as mulheres brasileiras. Exatamente por isso, a ambientação de "Coisa Mais Linda", série lançada na plataforma de streaming Netflix, não poderia ser outra. A capital fluminense serve de cenário para uma história de protagonistas femininas que, certamente, mereceriam ser cantadas por João Gilberto, Tom Jobim ou Vinícius de Moraes. Em plena efervescência do Rio de Janeiro com a bossa nova, a cidade recebe Maria Luíza (Maria Casadevall), uma paulista que se muda para lá por conta dos planos de abrir um restaurante com o marido. De família rica, a personagem sofre o primeiro baque quando descobre que o parceiro sumiu e ainda levou todo o dinheiro deles, deixando apenas um apartamento com o aluguel para vencer e o espaço onde o emp...