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Mostrando postagens com o rótulo teledramaturgia

As 10 melhores novelas de todos os tempos

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Divulgação/TV Globo Acompanhar as idas e vindas de um casal que enfrenta tudo para conseguir viver o amor; se revoltar as maldades de um vilão inescrupuloso e sarcástico; se comover com os altos e baixos de uma mulher batalhadora, que tenta vencer na vida; e torcer pela jornada de um personagem em busca de redenção. É comum ligarmos a TV (ou qualquer outra tela de preferência) e nos depararmos com essas e muitas outras tramas que ajudam a construir a telenovela, gênero de origem cubana que, rapidamente, criou uma identidade brasileira e passou a fazer parte da rotina das pessoas. A tradição de seguir os capítulos de um história já vinha de muito antes do início das telenovelas, quando as pessoas já eram habituadas às tramas transmitidas pelas rádios ou acompanhavam os capítulos de folhetins publicados em jornais. Na TV, o gênero deixou de contar apenas com a imaginação do público para se materializar em imagens. Dos parcos recursos do começo até a sofisticação dos tempos atuais,...

A moda é ser classe C

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Cidade cenográfica do bairro do Divino, da novela "Avenida Brasil": retratando a classe C Um termo vem sendo repetido à exaustão, nos últimos tempos, nas diversas editorias dos noticiários. Da economia ao universo da televisão, só se fala na classe C. Essa nomenclatura está sendo usada para designar uma parcela da população brasileira que ascendeu socialmente e conquistou poder de compra. Mas, o que isso interfere no universo da TV? Em março, o jornal "O Estado de S. Paulo" divulgou os resultados de um estudo realizado pela Cetelem BNG, empresa do grupo BNP Paribas, que afirma que o número de brasileiros que chegaram à classe C foi de 40,3 milhões entre 2005 e 2011. Isso fez com que a porcentagem da população pertencente a essa classe também saltasse de 34% para 54%. Também foi constatado um aumento na renda média familiar geral e que foi impulsionada pela classe C, única faixa da população que obteve crescimento de ganhos. E quem faz parte da classe C? De ...

Retrospectiva 2011: O ano através da "janela eletrônica"

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Levantar, apontar, apertar e pronto! O controle remoto ligou a televisão e abriu-se uma janela, o mundo está na ponta dos nossos dedos. Já disse Nelson Rodrigues: "A televisão matou a janela". Se antes muita gente se empoleirava nas janelas de suas casas para ver a vida passar, hoje a localização da janela mudou de lugar. Ela está no meio da sala, não é mais feita de madeira ou ferro e não restringe mais o seu campo de visão. A televisão, para o bem ou para o mal, nos mostra diversas realidades do mundo: a das ruas, das guerras, das crises e a da ficção. A realidade tem um espaço importante na nossa janela eletrônica. Sentados no sofá da sala, pudemos ver povos se rebelando contra os ditadores que os comandavam; ministros deixando seus postos, acusados de cometerem irregularidades; países preocupados com suas crises econômicas; e milhares de pessoas desabrigadas, vítimas de desastres naturais. Um príncipe casou e transformou a plebeia em princesa. Sim, eu ainda estou fal...

Teledramaturgia 60: os clichês

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Nesses 60 anos de teledramaturgia no Brasil, não faltaram clichês para se contar uma história. Há quem diga que as novelas andam necessariamente de mãos dadas com os clichês e essas pessoas não estão totalmente erradas. Algumas tramas são repetidas constantemente nas produções de dramaturgia na TV. Pessoalmente, não me incomodo com os clichês, desde que eles sejam bem executados dentro da trama. Talvez esse seja o segredo dos clichês, eles só incomodam quando as histórias não são bem conduzidas ou quando os personagens não tem carisma. Do contrário, bem realizados, eles arrebatam o público e chamam atenção positivamente. Vamos relembrar alguns desses clichês recorrentes na teledramaturgia brasileira: - O amor proibido: Os casais da teledramaturgia sempre precisam enfrentar inúmeros obstáculos até conseguirem ficar juntos. Para muitos deles, o primeiro desafio é superar as proibições que possam existir para o romance acontecer. Foi assim com Jade (Giovanna Antonelli) e ...

Teledramaturgia 60: as novelas marcantes - parte 2

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Continuando o post da semana passada (que você pode ver clicando aqui ), em homenagem aos 60 anos da teledramaturgia no Brasil, aqui vão as últimas cinco vagas da lista de novelas mais marcantes: - Senhora do Destino (2004) : Depois de ser abandonada pelo marido, Maria do Carmo Ferreira da Silva (Carolina Dieckmann) decide sair de Belém de São Francisco e partir com os cinco filhos para o Rio de Janeiro. A família chega à cidade maravilhosa em pleno dia da decretação do Ato Institucional No. 5 (AI-5) e há muito tumulto pelas ruas. Enquanto socorre o filho mais velho, Reginaldo, Maria do Carmo deixa os outros rebentos sob os cuidados da enfermeira Lourdes (Adriana Esteves). Quando volta, descobre que a enfermeira tinha fugido com Lindalva, sua filha mais nova. Anos depois, Maria do Carmo (agora Suzana Vieira) ainda procura pela filha desaparecida. Com a ajuda do namorado, o jornalista Dirceu de Castro (José Mayer), ela descobre que Lindalva foi criada por Nazaré (Renata S...

Teledramaturgia 60: as novelas marcantes - parte 1

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Tem gente que diz que o futebol e o carnaval são as paixões do brasileiro. Eu acrescentaria uma terceira opção entre esses amores nacionais: as novelas. É óbvio que nem todo mundo gosta e que alguns ditos "intelectuais" torcem o nariz para o gênero, mas é impossível negar que a telenovela possui uma grande representatividade no cenário cultural e de entretenimento do país. Se essa representatividade é boa ou ruim, isso cada um julga como achar conveniente. Em dezembro, a teledramaturgia brasileira completa 60 anos e, sem sombra de dúvidas, a novela é o produto de maior expressão da televisão no Brasil, gostem ou não. Sendo assim, decidi fazer uma brincadeira e produzir uma lista com as dez novelas mais marcantes da TV, claro, na minha modesta visão. Dividirei essas novelas em duas postagens, cada uma com cinco produções. É claro que não vi todas as novelas feitas até hoje e que, pelo critério das datas, não pude acompanhar produções que são consideradas clássicas como ...

A TV só deixa burro quem quer ser assim

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Sempre ouço alguma coisa do tipo: "Por que você perde tempo vendo televisão?". Eu confesso que nunca entendo o porquê daquela pessoa me fazer essa pergunta. "Por que não ver?", eu penso. Hoje, no dia da TV e de sua padroeira, Santa Clara, decidi que era o momento para responder essa pergunta. Vejo televisão porque volto a ser criança. Descubro que existem criaturas que a vida real não produziu e que só poderiam existir sendo desenhos animados. Deixei minha imaginação voar e vi um mundo onde tudo pode acontecer. "Cavalo de Fogo", "Liga da Justiça", "Digimon", "Looney Tunes", "O Fantástico Mundo de Bobby", "Pokémon", "Freakazoid", "Pinky & Cérebro", "Corrida Maluca", "He-Man", "Popeye", "Os Jetsons", "Homem Aranha", "Tom & Jerry", "O Laboratório de Dexter", "Capitão Caverna", "Turma da Mônica"...

Teledramaturgia 60: onde tudo começou

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 Novela "Sua Vida Me Pertence" (1951)  A teledramaturgia é o principal produto da televisão brasileira. Quase todas as emissoras entendem que sua produção é um chamariz para o telespectador. O público brasileiro, de uma forma geral, gosta de ver novelas e minisséries na programação do seu canal favorito. Essa história começou há quase 60 anos, mais especificamente em dezembro de 1951. De acordo com o site Teledramaturgia, na ocasião, estreava "Sua Vida Me Pertence", a primeira novela da televisão brasileira. Como não existia video-tape, a novela era exibida ao vivo, todas às terças e quintas-feiras na TV Tupi.  "2-5499 Ocupado" foi a primeira novela diária da TV  Em 1963, na TV Excelsior, estreava "2-5499 Ocupado", novela que tinha Tarcísio Meira e Glória Menezes como protagonistas e que foi a primeira produção diária do gênero na TV. A Globo, que viria a se tornar a maior produtora de novelas e minisséries no Brasil, só lançou su...