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"Além do Tempo" termina sem a mesma força da primeira fase

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Divulgação/TV Globo Mesmo que inovadora, a tarefa da autora Elizabeth Jhin era árdua. Depois de uma ótima primeira fase, que se passava no século XIX e durou metade do folhetim, a novelista precisava arrumar uma forma de reconquistar a atenção do público, que seria apresentado, praticamente, a uma nova novela e personagens com características diferentes. Com a exibição do último capítulo, nesta sexta-feira (15), "Além do Tempo" mostrou que, mesmo conservando boas qualidades da primeira metade, sentiu os efeitos da decisão de criar uma "nova" história. A segunda fase da trama das 18 horas se passou no sul do Brasil, nos dias atuais, e voltou a contar a história de amor de Lívia (Alinne Moraes) e Felipe (Rafael Cardoso), que, 150 anos antes, tiveram seu romance interrompido por uma tragédia. Reencarnados, eles voltam a se encontrar e enfrentam rivalidades já conhecidas para ficarem juntos. Além das maldades da vilã Melissa (Paolla Oliveira), inconformada com o ...

"Além do Tempo" acerta com história bem contada e deixa caminho próspero para nova fase

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Divulgação/TV Globo O enredo não chega a ser nenhuma novidade: almas, que já viveram amores e conflitos em vidas passadas, se encontram novamente para resgates e resoluções de pendências. Elizabeth Jhin não é a primeira autora a abordar a reencarnação em uma telenovela. Não é nem mesmo a primeira vez que a própria fala sobre o tema, já retratado em "Escrito Nas Estrelas" e "Amor Eterno Amor", outros dos seus folhetins do horário das seis. Mas, com "Além do Tempo", trama que atualmente ocupa a faixa da TV Globo, a autora acerta em cheio ao apresentar bons personagens e uma trama bem amarrada, mesmo ela não sendo uma grande inovação do gênero. "Além do Tempo" é uma história contada em duas fases. A primeira, que terminou na semana passada e durou pouco mais de 80 capítulos, os personagens vivem no século XIX, no sul do Brasil. Na cidade de Campobello, vive a condessa Vitória (Irene Ravache), uma mulher amarga e ressentida, que carrega o trau...

"Guerra dos Sexos" soou antiga e exagerada

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Remakes ou adaptações de novelas que fizeram sucesso no passado são complicados. Sempre há cobranças e comparações em torno da nova versão. Também é fundamental que a trama passe por uma atualização, para não ficar datada. Sucessos recentes, como "Ti Ti Ti" e "O Astro", foram modernizadas e conquistaram o gosto do público de hoje. Tentando seguir o mesmo caminho, Sílvio de Abreu decidiu refazer "Guerra dos Sexos", novela originalmente exibida em 1983. O último capítulo da nova versão foi exibido na sexta-feira (26) e, nesse caso, a refilmagem não empolgou. No final de "Guerra dos Sexos", depois de passarem a novela inteira disputando a herança deixada pelos tios, Charlô (Irene Ravache) e Otávio (Tony Ramos) finalmente confessam o amor que sentem um pelo outro. Quando tudo parece acertado, surgem Dominguinho e Altamiranda (também interpretados por Irene e Tony), primos portugueses que reivindicam parte da fortuna. Com isso, uma nova "gue...

Tom de homenagem tira responsabilidade de recriar cena clássica de "Guerra dos Sexos"

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Quem acompanha e gosta de televisão já viu, mesmo que ainda não tivesse nascido. Se bem que, até quem não gosta de televisão deve ter visto. A cena em que os primos Otávio (Paulo Autran) e Charlô (Fernanda Montenegro) fazem da mesa do café da manhã um campo de batalha é uma das mais reprisadas da TV e se tornou um clássico de "Guerra dos Sexos", novela de Sílvio de Abreu produzida em 1983. No primeiro dia de outubro, a guerra entre os primos foi declarada novamente com a estreia da nova versão da novela, também assinada por Abreu. Mesmo modernizada, a "Guerra dos Sexos" continua com o mesmo mote: Otávio e Charlô (agora Tony Ramos e Irene Ravache) recebem uma herança de seus tios homônimos, os personagens que protagonizaram a primeira versão. O testamento determina, no entanto, que os primos devem ser sócios pelo resto de suas vidas, já que não podem vender os bens para ninguém que não seja da família. Como são os únicos parentes, eles têm que dividir o comando d...