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Os 10 melhores episódios de "Friends"

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Ao longo de dez temporadas, a comédia "Friends" construiu uma das mais bem-sucedidas trajetórias da televisão mundial. Seguindo os moldes das sitcoms tradicionais, com cenários fixos e claques que marcam as piadas e situações cômicas, a produção de roteiro simples conquistou os espectadores e, mesmo após 14 anos do episódio final, ainda é apontada como uma das melhores de todos os tempos. No episódio piloto, somos apresentados a um grupo de amigos que sempre se reúne em um café de Nova York. Pela porta do estabelecimento, entra uma noiva um tanto quanto desorientada, que tinha acabado de deixar para trás uma vida de privilégios. Rachel (Jennifer Aniston) pede socorro a Monica (Courteney Cox), uma amiga da escola que a vida afastou. Ali, ela também reencontra Ross (David Schwimmer), o irmão de Monica que, na adolescência tinha sido apaixonado por ela. Chandler (Matthew Perry) também já era um conhecido de Rachel, como os futuros flashbacks da história reforçariam. As ro...

"Punho de Ferro" aposta em enredo "copiado" e melhora em relação ao primeiro ano

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Entre as séries que, logo depois, formariam o crossover "Os Defensores", "Punho de Ferro" sempre foi o elo mais fraco de construção desse universo Marvel no serviço de streaming Netflix. Sem a personalidade necessária para se destacar, algo que as demais souberam imprimir, o primeiro ano da atração pecou pelo roteiro arrastado e pela hesitação da narrativa em mergulhar de cabeça no misticismo da história. Agora, para a segunda temporada, fica nítido que os produtores buscaram corrigir o maior número de erros possível, usando, para isso, um enredo "copiado" de outras séries que sustentam esse universo de personagens. Na segunda temporada, depois dos acontecimentos envolvendo a lendária K´un-Lun, Danny Rand (Finn Jones) estabeleceu-se em Nova York e, tentando não se acomodar com as facilidades proporcionadas pela fortuna a que tem direito, se divide entre um emprego de carregador de mudança e o combate ao crime pelas ruas da cidade, especialmente na reg...

As oito melhores séries indicadas ao Emmy 2018

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A cerimônia de entrega do Emmy 2018, premiação considerada o Oscar da televisão norte-americana, está marcada para a próxima segunda-feira (17) e, mais uma vez, há ótimas opções entre os indicados aos principais troféus do ano. Depois de uma ausência no Emmy do ano passado, a série "Game of Thrones" voltou a figurar entre as favoritas da premiação e, desta vez, lidera em número de indicações, tendo sido lembrada em 22 categorias. Em 2017, a produção ficou de fora do prêmio por conta da data de exibição da sétima temporada, fora do prazo considerado para disputar os troféus. Ainda na lista das produções mais indicadas, estão o humorístico "Saturday Night Live" e a ficção científica "Westworld", lembradas em 21 categorias. Em seguida, aparece "The Handmaid´s Tale", sucesso de público e crítica que recebeu 20 indicações. Entre as comédias, a série "Atlanta", protagonizada pelo ator Donald Glover, recebeu 16 indicações. "The...

"Jack Ryan" acerta com narrativa de espionagem e rende boa maratona

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Assim como no cinema, o universo dos espiões é muito variado e conta com clássicos, como "MacGyver" e "Missão Impossível", passando por comédias ao estilo de "Agente 86" e chegando a dramas com referências históricas, como "The Americans". Faltava entre as opções, no entanto, uma produção que mesclasse as melhores características do entretenimento do gênero e um toque de realidade, dado pela abordagem de conflitos atuais. "Jack Ryan", série lançada pelo serviço de streaming Amazon Prime Video, surge para ocupar esse espaço e entrega aos espectador uma boa experiência de maratona. Adaptando um personagem criado pelo escritor Tom Clancy, a série traz a história de Jack Ryan (John Krasinski), analista da CIA que, na rotina do trabalho de estudo de dados e movimentações financeiras suspeitas, descobre pistas sobre uma perigosa ameaça terrorista: Suleiman (Ali Suliman), um homem que está sempre à frente das autoridades em ataques pont...

"Orgulho e Paixão" e a força dos vilões para as novelas brasileiras

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Divulgação/TV Globo A novela "Orgulho e Paixão", exibida no horário das 18 horas da TV Globo desde março, andava açucarada e morosa demais. O folhetim de Marcos Bernstein, baseado em romances da escritora inglesa Jane Austen, sofria com a ausência de grandes conflitos e os efeitos insignificantes para a trama de antagonistas cômicos ou secundários. Todo esse cenário mudou no início de julho, com a chegada de Lady Margareth, a vilã que a novela precisava, vivida pela ótima Natália do Vale. A personagem assumiu o posto de antagonista por conta da saída de Tarcísio Meira do elenco, por problemas de saúde. Desde então, a aristocrata britânica, que odeia o Brasil e os hábitos da população local, transformou o folhetim, que chega à reta final em alta. Na onda do fenômeno das série, a dramaturgia mundial, em especial a norte-americana, vem apostando na construção de personagens que fogem do maniqueísmo visto nas novelas brasileiras. Personagens como o médico House (Hugh Lau...

"(Des)encanto" e outras animações que não são indicadas para crianças

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Era uma vez uma princesa que precisa se casar para cumprir um acordo e salvar o reino da falência. Esse até poderia ser o começo de um conto de fadas, se não fosse o fato de que a heroína em questão quase sempre está bêbada e sob efeito de entorpecentes. Como se não bastasse, ela ainda é acompanhada por um demônio e um duende exilado. Pelo breve resumo, já deu pra perceber que a trama de (Des)encanto, nova série de Matt Groening, não tem as crianças como público-alvo. Com os episódios disponíveis no serviço de streaming Netflix, a animação conta a história de Teabeanie, uma princesa que se sente desajustada desde a morte da mãe, a rainha Dagmar. Ela foi criada pelo pai, o rei Zog, e a madrasta, a rainha Oona, e tem o casamento acertado por um acordo comercial que pode salvar o reino de Dreamland. A união, no entanto, é frustrada pelos modos da princesa, que não obedece a regras e passa os dias alcoolizada. Na época do casamento frustrado, Bean, como é chamada pelos amigos e famil...

"The Marvelous Mrs. Maisel" é a melhor série de comédia lançada nos últimos anos

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Se, ainda em 2018, questões relacionadas ao papel da mulher na sociedade ainda precisam evoluir, como a igualdade salarial e de oportunidades entre os gêneros, na década de 50, esses temas apareciam pontualmente e ainda lutavam por espaço em um mundo guiado pelo machismo. É nesse cenário que a produtora Amy Sherman-Palladino, a mesma do sucesso "Gilmore Girls", procura, com humor afiado, retratar a trajetória de uma esposa que vê o casamento acabar e precisa reestruturar a vida, começando, inclusive, uma carreira no stand-up comedy, algo também pouco comum para a época. Em "The Marvelous Mrs. Maisel", Miriam (Rachel Brosnahan) vive um casamento harmônico e aparentemente feliz com Joel (Michael Zegen), união feita sob as regras rígidas da comunidade judaica em Nova York. Com dois filhos e uma vida dedicada aos serviços domésticos, a protagonista também apoia incondicionalmente o sonho do marido, que, nas horas vagas, se apresenta em clubes de stand-up comedy pela...