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O mesmo Charlie Sheen sem a mesma graça de antes

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Ele continua o mesmo. Mulherengo, avesso aos relacionamentos sérios e sarcástico. Depois de viver uma vida de mordomias em uma casa de praia em Malibu, Charlie Sheen está de volta à TV para dar vida a um terapeuta envolvido em tratamentos contra a raiva. Em "Anger Management", que estreou nos Estados Unidos no último dia 28 de junho, o ator empresta novamente sua personalidade para compor um personagem. Desta vez, Charlie (novamente o nome do ator é usado para o personagem) trabalha como psiquiatra realizando terapias de grupo com o intuito de controlar os ataques de fúria de seus pacientes. Divorciado, ele divide a guarda da filha Sam (Daniela Bobadilla) com a esposa, Jennifer (Shawnee Smith). Como santo de casa não faz milagre, além de tratar da raiva dos outros, Charlie busca ajuda terapêutica para controlar seus próprios instintos furiosos, instintos esses que fizeram com que o personagem quase agredisse o namorado da ex-mulher e perdesse a carreira de jogador de b...

Na moral, está faltando discussão

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É impossível julgar um programa que acabou de estrear e dizer se ele é um êxito ou um fracasso. Acredito que, depois de colocadas no ar, as atrações precisam de um tempo para se adequar e encontrar seu tom. Mesmo assim, vou me arriscar e falar sobre a estreia de "Na Moral", programa apresentado por Pedro Bial que estreou na quinta-feira (5). "Na Moral" foi apresentado como um espécie de programa de debate, onde convidados discutiriam um tema específico. Na estreia, Bial recebeu a atriz Maria Paula, o jornalista Antônio Carlos Queiroz, o filósofo Luiz Felipe Pondé e o cantor Alexandre Pires. O tema em pauta era a influência do politicamente correto na sociedade. Apesar do assunto interessante, a conversa entre os convidados não fluiu. O programa não conseguiu aprofundar a discussão e não saiu da superficialidade. Uma das coisas que prejudicou o debate e o andamento de "Na Moral" é, sem dúvida, o tempo de duração da atração. Um programa com esse forma...

"As Brasileiras" fez espectador ter saudade de "As Cariocas"

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Fechar com chave de ouro. Essa expressão faz todo o sentido quando se busca uma definição para o final de "As Brasileiras", série exibida pela TV Globo. O último episódio, que foi ao ar na quinta-feira (28), trouxe Fernanda Montenegro no papel de uma atriz sem reconhecimento e em busca de um lugar ao sol. Em "Maria do Brasil", Mary Torres é uma atriz que vive fazendo peças de teatro, mas nenhum grande sucesso. Com diversas contas a pagar e em busca do sucesso, Mary é convidada para uma participação em uma telenovela, o que enche de orgulho seu fiel secretário Ney (Pedro Paulo Rangel). Ela, no entanto, não se dá bem na empreitada e é dispensada do papel. Indicada para personagens menores, Mary acaba conhecendo Rômulo (Paulo José), um grande fã que acaba se tornando um igualmente grande amor. O diretor, Daniel Filho, parece ter deixado mesmo o melhor para o fim da série. A história da atriz em busca do estrelato, apesar de simples, era cativante. O elenco foi o...

Vida de Empreguete que conquista às sete

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Um trio grava um clipe e, após um estrondoso sucesso na internet, ganha fama e consegue colocar sua música entre as mais tocadas no país. Não, eu não estou falando dos irmãos "Para Nossa Alegria" que, junto com a mãe, se tornaram um dos vídeos mais acessados na web. A ficção "bebeu" na fonte da realidade e apresentou "As Empreguetes", grupo formado pelas três protagonistas da novela "Cheias de Charme", que a TV Globo exibe no horário das sete. Escrita por Filipe Miguez e Izabel de Oliveira, a novela conta a história de três "Marias" que trabalham como empregadas domésticas: Maria da Penha (Taís Araújo), Maria Aparecida (Isabelle Drummond) e Maria do Rosário (Leandra Leal). Penha começa a trama como empregada na casa da cantora Chayene (Cláudia Abreu), a rainha de um estilo musical que mistura o forró e o brega. Agredida pela artista, Penha resolve denunciá-la à polícia, mas, numa armação de Chayene, acaba indo para a cadeia. Rosá...

Todos querem o trono de ferro de Westeros

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Se alguém pensava que a morte do rei Robert (Mark Addy) e de seu fiel amigo Ned Stark (Sean Bean) iria esfriar a história de "Game Of Thrones", se enganou. Muito pelo contrário. A disputa pelo trono de Westeros só ficou mais interessante. O final da segunda temporada de "Game Of Thrones", que foi ao ar no domingo (3), deixou excelentes ganchos no horizonte da trama. O episódio começa com o rei Joffrey (Jack Gleeson) comemorando a vitória da batalha em King's Landing e nomeando Tywin Lannister (Charles Dance) como a nova "Mão do Rei". O êxito na batalha também faz com que o rei desfaça seu compromisso com Sansa Stark (Sophie Turner) e assuma um noivado com Margaery Tyrell (Natalie Dormer), juntando, assim, dois exércitos. O "meio homem" Tyrion Lannister (Peter Dinklage) consegue sobreviver ao ataque de Stannis Baratheon (Stephen Dillane), mas perde posto e privilégios em King's Landing. Após tomar Winterfell, a morada da família S...

Aristocratas e empregados movimentam trama de "Downton Abbey"

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Que impacto uma família da aristocracia inglesa pode sofrer ao descobrir que o próximo parente na linha sucessória, que herdará um título de conde e uma fortuna, é um advogado de classe média que não se interessa pelos hábitos dos nobres? Esse é o fio condutor de "Downton Abbey", série que finalmente chegou ao Brasil, no último dia 19. O naufrágio do Titanic, em 1912, determina o destino da família Crawley no primeiro episódio da série. Robert Crawley, o conde de Grantham (Hugh Bonneville), está certo de que irá casar sua filha Lady Mary (Michelle Dockery) com Patrick, um primo da família. Como não teve filhos e, na época, as mulheres não tinham direito à herança, o conde arranjou o casamento para que o título, a fortuna e a propriedade Downton ficassem entre os mesmos. Porém, Patrick não sobreviveu ao naufrágio do "navio que não afundava". Os aristocratas, então, se desesperam ao pensar que podiam perder tudo para um parente desconhecido. O medo se justifica...

Uma miscelânea de contos de fada

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A Branca de Neve é amiga da Chapeuzinho Vermelho, que se transforma no Lobo Mau e ataca as pessoas. A Fada Azul, que transforma o Pinóquio em um menino de verdade, é a mesma que ajuda o filho de Rumpelstilstkin a salvar seu pai. E o Chapeleiro Maluco ajuda a Rainha Má da Branca de Neve para que, assim, ele possa reencontrar sua filha. Esse emaranhado de histórias que se entrelaçam formam "Once Upon A Time", série do canal ABC que terminou sua primeira temporada no último dia 13. Em mais uma tentativa para tirar Emma (Jennifer Morrison) do caminho, Regina/Rainha Má (Lana Parrilla) decide envenená-la do mesmo jeito que fez com a mãe dela, a Branca de Neve (Ginnifer Goodwin): com uma maçã. Desta vez, porém, quem acaba comendo a fruta é Henry (Jared S. Gilmore), filho biológico de Emma e adotivo de Regina. Auxiliadas por Mr. Gold/Rumpelstilstkin (Robert Carlely), Emma e Regina precisam ir atrás da poção de amor verdadeiro, guardada dentro da bruxa Malévola pelo Príncipe En...